The Private Lives of Pippa Lee
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Filha do dramaturgo americano Arthur Miller (ex marido de Marilyn Monroe) e esposa de Daniel Day-Lewis, Rebecca Miller dispôs de contatos suficientes para reunir Keanu Reeves, Winona Ryder, Julianne Moore, Monica Belucci, Alan Arkin e Robin Wright Penn na adaptação para o cinema de seu livro “The Private Lives of Pippa Lee“.
O longa que ainda teve como produtor Brad Pitt não vai além da premissa: muitos nomes; salvo atuação do casal protagonista e Maria Bello, a proposta do não-estrelismo do elenco casou com insipidez generalizada que é “A Vida Íntima de Pippa Lee” (2009). A tradução do título faz mais sentido que o original uma vez que o inconsistente e pretensioso roteiro volta no passado da diplomática e zelosa esposa do editor Herb Lee.
Em flashbacks pretenciosamente extravagantes, Miller conta a história do fantasioso nascimento de Pippa Sarkissian (interpretada na juventude por Blake Lively, a Serena de Gossip Girl, que aliás está muito bonita e consegue se destacar na sensaboria de outras atuações), sua conturbada relação com a mãe emocionalmente instável, uma vez viciada em anfetaminas, sua fuga para uma adolescência desregrada em companhia de artistas, drogas e festas até conhecer Herb, décadas mais velho, e se apaixonar pela forma carinhosa que ele a trata. O momento de frescor do filme é uma imprevisível trágedia que precede seu casamento e faz com que agora, Pippa Lee assuma esse quase alterego de dedicada e exemplar dona de casa.
Após 25 anos de casados, a debilitada saúde de Herb os fazem mudar para uma vida calma no subúrbio onde moram sua melhor amiga e o marido, amigo de Herb. A mudança desencadeia uma crise no casamento e no comportamento de ambos: a distância emocinal com os filhos, a traição da amiga, a chegada do vizinho recém-separado Keanu Reeves, culminarão na rendição de Pippa Lee. Assim, sem muita densidade e com um certo humor “…Pippa Lee” promete mais do que entrega.



















estes filmes cheios de nome de peso sempre me causam medo,parecem que estão lá para mascarar a verdade: roteiro ruim!
Bom ano novo!!!