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Distrito 9

19/10/2009

Uma nave espacial estaciona em nosso planeta e desta vez não está pairando sobre Washington ou Nova York, e sim Joanesburgo, Africa do Sul, nacionalidade do jovem diretor e roteirista Neill Blomkamp, que aos 22 anos teve indicação ao Prêmio Emmy pelos efeitos visuais na série televisiva de James Cameron:  “Dark Angel” e agora concorre com o ex-patrão em três categoria no Oscar 2010: Melhor Filme, Melhor Edição e Efeitos Visuais, além de Melhor Roteiro Adaptado.

Graduado pela Vancouver Film School em Efeitos Visuais e Animação 3D tem em seu currículo de animador o filme “3000 Miles to Graceland” e a série “Smallville” e, aos 30 anos, estréia muito bem na direção da excelente  ficção alienígena District 9 (2009)que foge dos padrões de hollywood e renova bem sucedidamente o gênero 

O filme inova já pela perspectiva documental apresentada no ínicio e a refrescante idéia de um protagonista antiherói ao invés do mocinho sobrehumano; o personagem é interpretado na medida exata pelo ator também sulafricano Sharlto Copley: Wikus Van De Merwe é um ordinário funcionário da empresa privada MNU que administra o Distrito 9: colônia cercada onde vivem os alíenigenas após serem ‘resgatados’ da nave mãe.

Após 20 anos num, bem composto cinematograficamente, processo de favelização, os depreciativamente intitulados ‘camarões’ vivem confinados neste gueto militarizado em condições precárias de moradia e higiene sujeitos a prostituição interespécimes e contrabando por intermédio de gangues nigerianas que, assim como a MNU, estão interessadas na tecnologia do arsenal bélico encontrado na nave. É neste contexto que o protagonista é exposto a uma substância desconhecida e em consequência passa a ser procurado pelo governo e, foragido, tem apenas um lugar para recorrer…


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3 Comentários leave one →
  1. 24/02/2010 20:00

    Num mundo ideial Distrito 9 ganharia o prêmio da Academia. E UP não teria cães pilotando aviões. Mas fazer o que? Contetar com as indicações que são poucas, faltou maquiagem!

    -o França

  2. Felipe permalink
    10/11/2009 13:17

    Concordo plenamente @digoca!!!
    é uma ficção científica na medida certa. Foi muito além dos clichês.
    Um dos pontos positivo foi a escolha de um ator local (África) para viver o protagonista anti-herói. Não seria a mesma coisa com o Brad Pitt ou um mané qualquer.

  3. @digoca permalink
    02/11/2009 20:29

    Filmaço!
    Isso sim que é ficção científica…

    Gostei muito do filme e pensar que foi gravado com somente 30milhões de dólares (preço de uma comédia-romântica nos EUA).

    E o Sharlto Copley tem um jeitão parecido com o do Steve Carrel :p

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