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Uma cabeçada na parede

29/03/2010

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A história das tentativas do exército dos EUA de potencializar poderes psíquicos para criar super-poderes, como atravessar paredes e fazer o coração de uma cabra parar apenas a encarando, é o pano de fundo para uma presumida comédia que ironiza a guerra do Iraque e os ideais do militarismo americano assume ares de grande estupidez em “Os Homens que Encaravam Cabras”(2009).

Um sargento (o mesmo ator no semelhante esteriotipado sargento de Avatar) levanta-se se sua mesa, atravessa a sala correndo e dá com a cabeça na parede, numa cena de abertura que pretty much resume o que está por vir. Ewan McGregor é um jornalista que acaba de ser trocado pela namorada pelo editor do jornal onde trabalha, um sujeito nada atraente e com braço mecânico(?), e decide encontrar um rumo para sua vida, “uma missão”, esta, que lhe cai no colo ao encontrar um veterano do Vietnã, um personagem meio pateta meio lunático de George Clooney.

Aos poucos Clooney relata em flashbacks a formação e treinamento da então, recém-criada, divisão Nova Era do exército, liderada por um new-hippie Jeff Bridges, que usa nomenclatura Jedi para seus soldados prodígios. Na academia de adivinhações regadas a LSD, o personagem arrogante porém sem talentos psíquicos aguçados de Kevin Spacey quer usar os fundamentos paz e amor dos supersoldados monges para “O Lado Negro”.

Se alguma intenção apologética de satirizar a guerra colocando um elenco de primeira semiretardado pelo efeito de ácido lisérgico funcionou para alguém, esse alguém certamente não fui eu.

A história das tentativas do exército dos EUA de potencializar poderes psíquicos para criar super-poderes, como atravessar paredes e fazer o coração de uma cabra parar apenas a encarando, é o pano de fundo para uma presumida comédia que ironiza a guerra do Iraque e os ideais do militarismo americano assume ares de grande estupidez em “Os Homens que Encaravam Cabras”(2009).

Um sargento (o mesmo esteriotipado sargento de Avatar) levanta-se se sua mesa, atravessa a sala correndo e dá com a cabeça na parede, numa cena de abertura que pretty much resume o que está por vir. Ewan McGregor é um jornalista que acaba de ser trocado pela namorada pelo editor do jornal onde trabalha, um sujeito nada atraente e com braço mecânico(?), e decide encontrar um rumo para sua vida, “uma missão”, esta, que lhe cai no colo ao encontrar um veterano do Vietnã, um personagem meio pateta meio lunático de George Clooney.

Aos poucos Clooney relata em flashbacks a formação e treinamento da então, recém-criada, divisão Nova Era do exército, liderada por um new-hippie Jeff Bridges, que usa nomenclatura Jedi para seus soldados prodígios. Na academia de adivinhações regadas a LSD, o personagem arrogante, porém sem talentos psíquicos aguçados, de Kevin Spacey quer usar os fundamentos paz e amor dos super-soldados monges para “O Lado Negro”.

Se alguma intenção apologética de satirizar a guerra colocando um elenco de primeira abobado pelo efeito do LSD funcionou para alguém, esse alguém certamente não fui eu.


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