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60° Berlinale

Júri

A diretora italiana Francesca Comencini, o escritor somaliano Nuruddin Farah, o produtor espanhol José Maria Morales e as atrizes Renée Zellweger, a alemã Cornelia Froboess e a chinesa Yu Nan compõem o júri do 60 ° Festival de Berlim presidido pelo cineasta Werner Herzog.

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abertura: “Tuan Yuan”

Apart Together/ Tuan Yuan” (2010) do diretor chinês Quanan Wang, Urso de Ouro e prêmio Ecumênico do Júri em 2007 por “Tuya’s Marriage”, foi o escolhido para a cerimônia de abertura deste ano. O épico relata a história de um soldado que deixa uma China dividida em tempos de tragédia e foge para Taiwan em 1949 e em seu retorno encontra seu amor da juventude longos anos após as tropas de Mao Tse Tung terem partido.

https://abonequinhaviu.wordpress.com/2010/02/11/tuan-yuan/

“Greenberg”

O roteiro foi escrito em parceria com sua mulher  Jennifer Jason Leigh, que também atua sob a direção do marido(assim como em Margot at the Wedding(2007)). O casal, que trocou Nova York por Los Angeles, aborda a idissincrasia das cidades que são coadjuvantes em Greenberg.

https://abonequinhaviu.wordpress.com/2010/02/13/baumbach-em-berlim/

“Howl”

Os cineastas Rob Epstein e Jeffrey Friedman, dos premiados Common Threads: Stories from the Quilt (1989) e The Times of Harvey Milk(1984), documentário que inspirou “Milk” de Gus Van Sant, parecem ter eles próprios se inspirado na atuação de James Franco como parceiro de Harvey Milk, interpretado por Sean Pean em 2008, e o convocaram para protagonizar outro vanguardista homossexual, o poeta Allen Ginsberg em Howl (2010): híbrido cinematográfico que, brilhantemente ou não, intente o nascimento de uma contracultura.

https://abonequinhaviu.wordpress.com/2010/02/12/howl/

“The Killer Inside Me”

Novo longa do igualmente polêmico Michael Winterbottom, “The Killer Inside Me” (2010) é um remake baseado no conto homônimo de Jim Thompson lançado em 1952 que foi descrito por Stanley Kubric, que trabalhou com Thompson em The Killing(1956), como “provavelmente a mais fria e crível história em primeira pessoa de uma mente criminalmente distorcida que eu já encontrei” e introduzido como “um dos mais intransigentes romances policiais já escritos” numa antologia de contos policiais noir da década de 50.

https://abonequinhaviu.wordpress.com/2010/02/10/the-killer-inside-me/

“Shutter Island”

Para os desavisados Ilha do Medo é um noir sobre paranóia, uma thriller psicológico com pano de fundo temporal no coração da Guerra Fria e rumores de questionáveis experiências científicas por parte dos nazistas, este cenário para inúmeras teorias da conspiração é tecido de forma meticulosa por Scorsese, costurado em alegorias como a água, a tempestade, a resistência dos diretores do hospital em colaborar com a investigação e o envolvimento pessoal de Teddy com o caso, por exemplo.

ler post https://abonequinhaviu.wordpress.com/2010/03/01/shutter-island/

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